O medo do silêncio segundo Nietzsche, Pascal e Sêneca
Existe algo curioso — e talvez revelador — no modo como lidamos com o silêncio hoje.
Basta alguns minutos sozinho — no elevador, na fila, no ônibus ou antes de dormir — para surgir um impulso quase automático: pegar o celular, abrir uma rede social, colocar uma música, assistir a um vídeo, preencher o espaço com qualquer estímulo disponível.
Mas por quê? Continuar lendo O medo do silêncio segundo Nietzsche, Pascal e Sêneca


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