“Meus oito anos” | Poema de Casimiro de Abreu

Poucos versos na literatura brasileira despertam tanta ternura quanto os de “Meus oito anos”, de Casimiro de Abreu. Publicado em 1859, o poema é um verdadeiro hino à infância — tempo de pureza, liberdade e sonhos que o tempo não traz de volta.



Casimiro de Abreu (1839 – 1860), um dos nomes mais sensíveis do romantismo brasileiro, viveu apenas 21 anos, mas deixou uma obra marcada pela saudade, pelo lirismo e pela musicalidade. Em “Meus oito anos”, ele transforma memórias em poesia, tocando gerações com sua simplicidade e emoção. Mais de 160 anos depois, seus versos ainda ecoam em salas de aula, corações nostálgicos e leitores em busca de beleza.

Em tempos acelerados, sua poesia nos convida a desacelerar e lembrar de onde viemos… O poema também dialoga com questões bem contemporâneas: a idealização do passado, o desejo de retorno a tempos mais simples, e a valorização da memória afetiva. Em tempos de aceleração digital e crises existenciais, a saudade de Casimiro soa como um convite à pausa e à contemplação.


Meus oito anos

Meus oito anos,Casimiro de Abreu – Via Jornaldepoesia


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